Skip to content

Noticias

10ec0b51-1098-650c-2c30-20f4cfa87c41-2

VSP AST lança “UH!AYAYA”, primeiro single do EP de estreia

Ser jovem é estar permanentemente no meio de um furacão: entre a pressão para se encaixar e o desejo feroz de ser diferente, entre noites sem fim e manhãs cheias de dúvidas. É nesse território pantanoso — onde a única certeza é a incerteza — que VSP AST (Vespa Asiática) constrói o seu som. O artista português acaba de lançar “UH!AYAYA”, o primeiro single do EP de estreia “Putos Fixes Não Dormem”, e a faixa é um abraço sonoro para quem anda à procura de um lugar onde caber sem pedir licença.

“Esta música é sobre a beleza da desordem. É assim que a nossa geração funciona: improvisamos, tropeçamos, e no meio do caos encontramos algo que nos define.”, partilha VSP AST.

Com batidas que soam como adrenalina em formato digital e letras que oscilam entre a euforia e a vulnerabilidade, “UH!AYAYA” captura o espírito de uma geração que recusa rótulos. O tema junta influências do hyperpop, punk e emo rap — um cruzamento tão imprevisível quanto os 20 e poucos anos — e serve de convite para um universo onde ser “puto” não é uma idade, mas um estado de espírito.

Nascido em Coimbra e alimentado por referências que vão de Machine Gun Kelly a Nirvana, VSP AST (o projeto de Fernando Gariso) está a tornar-se a voz que os jovens portugueses não sabiam que precisavam, com uma base de fãs que cresce a cada lançamento. Os seus temas — como “Cabeça na Lua” ou “Aguarela” — falam de liberdade, mas também da solidão de quem não se revê nos caminhos pré-desenhados.

“Putos Fixes Não Dormem” chega já no dia 04 de abril e promete ser o EP que faltava para traduzir o frenesim de crescer num mundo que exige respostas, mas só oferece perguntas. E se há quem diga que a juventude é uma fase passageira, VSP AST prova que, para alguns, é o único sítio onde faz sentido viver.

E porque os putos fixes realmente não dormem, o concerto de apresentação do EP vai ser no dia 19 de abril no Music Box, em Lisboa. Uma noite que promete ser tão intensa quanto a vida aos 20 e poucos. Se o EP é o manifesto, o concerto será a revolta em alta voz.