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EVANESCENCE ATUAM DIA 4 DE OUTUBRO DE 2026 NA MEO ARENA EM LISBOA
Os lendários Evanescence estão de regresso a Portugal para um concerto em nome próprio. A banda de rock vencedora do GRAMMY® atua dia 4 de outubro de 2026 na MEO ARENA em Lisboa. Bilhetes à venda nos locais habituais a partir desta 6ª feira dia 5 de dezembro.
Os Evanescence e a visionária do rock alternativo K.Flay uniram-se para a sua primeira colaboração na explosiva nova música, “Fight Like A Girl“. (SONY). A canção é apresentada como a primeira canção dos créditos finais em Ballerina, o filme do universo do mundo de John Wick.
Coescrita pela vocalista dos Evanescence, Amy Lee, K.Flay, Dylan Eiland e pelo compositor Tyler Bates, que também produziu a faixa.
Alimentado por uma energia feroz, “Fight Like A Girl” canaliza os temas do filme de vingança, resiliência e empoderamento feminino, espelhando a sua intensidade de adrenalina e profundidade emocional. Ballerina, protagonizado por Ana de Armas, Anjelica Huston, Gabriel Byrne, Lance Reddick, Catalina Sandino Moreno, Norman Reedus, com Ian McShane e Keanu Reeves, eletrifica o público com a sua ação de alta octanagem e apostas emocionais cruas. Dirigido por Len Wiseman e escrito por Shay Hatten, baseado em personagens de Derek Kolstad, o filme é produzido por Basil Iwanyk, Erica Lee e Chad Stahelski.
“Tyler chamou-me para criar essa música para Ballerina e não poderia ter vindo num momento mais perfeito, eu sei que não sou a única pronta para arregaçar as mangas e mostrar ao mundo do que somos feitas”, disse Amy Lee. “Eu realmente queria que esta música fosse uma colaboração, e K.Flay é uma das minhas artistas favoritas. É literalmente um sonho tornado realidade podermos fazer isto juntas!”
“Amy enviou-me a demo e eu fiquei imediatamente tão cheia de energia, tão inspirada”, disse K.Flay. “Eu estava em digressão na época, e escrevi o meu verso nos bastidores depois de um concerto, quando a minha adrenalina ainda estava super alta. Para mim, o filme e a música são ambos sobre como canalizamos a nossa dor e como escolhemos definir-nos. O que separa o herói do vilão?”.