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Bio

Aos 26 anos, Sebastião Oliveira já tem muita estrada nos pés. O nome Azart nasceu de uma dedicatória à avó com quem jogava o jogo de cartas às de espadas. Do gosto pela arte, extraiu a art e da soma com o baralho de cartas, surgiu Azart, com o “s” a ser substituído pelo “z”, e ficar assim de a-z.

De entre as formas artísticas, a música sempre sobressaiu no seu percurso e desde sempre que se lembra de escrever e improvisar no microfone. Gostava de decorar as canções favoritas e daí a querer criar foi um passo natural. Aos 11 anos, começou a escrever, quando o rock ainda era a música que mais ouvia. Aos nove anos, o pai mostrou-lhe Re-Definiçōes dos Da Weasel e Azart disse: “olá hip-hop!”. 

Aos 14, gravou a primeira faixa. O título era tão invejável quanto o equipamento precário. Para concretizar “Checka Som 1, 2, 3” usou um microfone do Singstar e, como não sabia criar várias pistas, teve de fazer tudo num só take. Posteriormente, o feedback positivo impulsionou-o a gravar uma mixtape intitulada “pAZ à pARTe”. Cresceu a ouvir clássicos como Sam The Kid, Regula, Da Weasel, Eminem, Nas, Busta Rhymes, Notorious B.I.G. e Method Man, mas esteve sempre em cima do acontecimento e hoje Kendrick Lamar, JID, Steve Lacy e C Tangana dominam a playlist pessoal. Nomes que ajudam a chegar a uma conclusão: Azart não se define por um só género, define-se pela mistura e pluralidade. Assim, maestro da sua própria música, o artista promete muita versatilidade e uma mão cheia de criatividade.

Mais recentemente, junta-se à label Clutch Gang Records, com a qual está a trabalhar no seu álbum de estreia “KARMA”. “I Know” é a primeira faixa deste álbum a ver a luz do dia. Junta-se agora o seu mais recente single “Nós”, que fala de um plural pessoal, mas também de uma mente aberta e sem barreiras.

Music

Azart, capa do single "Nos"

Nós