EXPENSIVE SOUL - Informação Acerca Do Artista

Quem diria que já passaram quatro anos desde que “O Amor É Mágico” explodiu na rádio. Quatro anos que abalaram o país, a Europa e o mundo mas que não impediram os Expensive Soul de cantar bem alto que acreditar na utopia podia não ser um erro.

Em 2010 os Expensive Soul estavam prontos “para o que desse e viesse”. Era o 11º ano de uma carreira feita de crença e perseverança que incluíra o investimento próprio na gravação de estreia e a autoedição, mas em compensação já deixara inscritos no cancioneiro moderno sucessos como “Eu Não Sei”, “Brilho”, “13 Mulheres” e outros.

Partindo do “hip hop” e do “reggae”, Demo e New Max tinham evoluído para uma linha cada vez mais próxima do “r’n’b”, em 2 álbuns e centenas de concertos e atuações de norte a sul do país.

“Utopia” foi lançado em Maio de 2010 com o festivo 1º single “O Amor É Mágico” a crescer sustentadamente na rádio; foram seis meses de intenso trabalho de promoção na rádio, internet e estrada que transformaram o tema no maior sucesso do ano.

Em Janeiro de 2011 o tema é o mais vendido na loja do iTune. Os dados estavam lançados e 2011 prometia ser um ano ímpar na carreira do duo. Um segundo single – “Dou-te Nada” – ganha um belíssimo vídeo filmado em Barcelona e aumenta o “buzz” à volta do álbum “Utopia”, que se passeia entre os 20 mais vendidos em Portugal. Os Expensive Soul palmilham o país em concertos e em Março têm os dois singles entre os 10 mais tocados na rádio portuguesa.

A compensação chega sob a forma de prémios e convites enriquecedores: trabalham com GNR, Kika, Rui Veloso, Teratron, Zé Ricardo; escrevem e gravam o hino da recém-nascida SIC K; gravam a versão portuguesa do Rock In Rio, para onde são convidados pela 3ª vez; são nomeados para prémios como MTV, MySpace, Adidas Trends e vencem os Globos de Ouro da SIC; o ano fecha com uma soberba versão de “Abracadabra” de Paulo de Carvalho rendida ao vivo pelos Expensive Soul no programa da RTP1 “Juntos Pela Música”, em que vários artistas veteranos e contemporâneos interagiram com o repertório de uns e outros.

O convite para uma atuação especial no Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura prova a rota ascendente que o álbum ainda tem para percorrer; o projeto – A Symphonic Experience – reunirá em palco a Fundação Orquestra Estúdio dirigida pelo maestro Rui Massena, os Expensive Soul e um coro de 100 elementos recrutados por castings realizados em Guimarães. É a interação plena entre músicos profissionais de linhas diferentes – soul, pop e clássica – e a população da cidade, em palco e na plateia, que se vive euforicamente na noite de 28 de Abril, uma noite única captada para a posteridade pelas câmaras da RTP e editado em DVD em Novembro.

Em Junho são 35.000 os que aplaudem o grupo na abertura do Palco Mundo do Rock In Rio Lisboa, pouco antes de a rádio pegar em mais um tema a que os Expensive Soul dão brilho: “Mr. Dow Jones” de Rui Veloso.

Em Maio de 2013 voltam a vencer os Globos de Ouro como “Melhor Grupo Nacional”.

O duo de Leça da Palmeira lança em Junho de 2014 o seu 4º álbum de originais, contendo os dois sucessos mais recentes “Cúpido” e “Que Saudade”.